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O MP3 em poucas palavras

Entenda como funciona o processo de compactação de áudio que revolucionou a forma de se ouvir música

por Miguel Ratton

 

MPEG (Motion Picture Expert Group) é um grupo de trabalho para a regulamentação de padrões da ISO – International Standards Organization (www.iso.ch), mas também designa a série de padrões estabelecidos por esta instituição para a compactação, processamento, codificação e decodificação de dados digitais de áudio e de vídeo, usados pelas indústrias de cinema, vídeo e música.

Há uma grande confusão a respeito das siglas  MPEG-1, MPEG-2, MPEG-4, MP3, MP4, etc. As fases de trabalho do grupo são designadas pelo número em MPEG-x, enquanto as camadas (layers) definem a complexidade do processo/algoritmo utilizado e são designadas por algarismos romanos. Assim, o MPEG-2 Layer III significa uma codificação realizada de acordo com o processo da camada III definido na especificação MPEG-2. No caso dos dados de áudio, a especificação MPEG-1 (ISO/IEC 11172-3) se refere a conteúdo em mono ou em dois canais (estéreo), com taxas de amostragem de 32, 44.1 ou 48 kHz, enquanto que a especificação MPEG-2 (ISO/IEC 13818-3) se refere a conteúdo multicanal (5.1) mas também a conteúdo mono com taxas bastante baixas (abaixo de 64 kbps). Quanto às camadas (layers), os algoritmos das camadas superiores oferecem uma codificação mais eficiente, de maneira que um conteúdo codificado em Layer III terá uma qualidade superior a um conteúdo em Layer II. Já a sigla MP3, usada universalmente como extensão nos arquivos compactados conforme os padrões MPEG-1/MPEG-2 Layer III, foi definida inicialmente pela equipe do Fraunhofer IIS (www.iis.fraunhofer.de), na Alemanha, uma das instituições que mais contribuíram para o desenvolvimento da compactação de áudio e que realiza inúmeras outras pesquisas neste campo.

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Interface Yamaha 01X não tem driver para Windows 7. O que fazer?

Com uma pequena alteração de hardware é possível usar a Yamaha 01X como superfície de controle via MIDI (sem a conexão FireWire) no Windows 7 ou qualquer outro OS.

por Miguel Ratton

Depois de praticamente uma década trabalhando com o Windows XP, pensei finalmente em migrar para o Windows 7, não só para poder aproveitar o maior desempenho do processamento em 64 bits, mas também porque as novas versões de alguns softwares não rodam mais no XP.

O problema é que tenho um mixer digital Yamaha 01X, que funciona como interface de áudio e MIDI e também como superfície de controle, e, lamentavelmente, a Yamaha não disponibilizou os respectivos drivers o para Windows 7. Nesta situação, o que fazer então com o equipamento?

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A necessidade de um projeto

por Miguel Ratton

 

A concepção de um sistema de sonorização não é uma tarefa intuitiva e, portanto, não pode ser realizada “por sentimento”. Assim como na maioria das atividades técnicas, o resultado obtido, tanto na qualidade quanto na operacionalidade, vai depender diretamente de um planejamento prévio.

Lembro-me de um catálogo de produtos de uma grande empresa internacional de áudio que ensinava a dimensionar um sistema a partir do critério “1W por pessoa”. Se fosse tão simples assim, todo sistema funcionaria maravilhosamente bem e a um custo muito baixo. Mas não existem milagres, pelo menos na engenharia de áudio.

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Shure Axient

Aprimorando o desempenho e a confiabilidade dos sistemas sem fio para áudio

por Miguel Ratton

 

Um dos destaques no estande da Pride na Expomusic 2012 era a demonstração do sistema Axient, da Shure, lançado recentemente. Com uma gama de funcionalidades e recursos que otimizam o desempenho, o sistema promete ser uma solução inovadora no ambiente de RF para áudio e para a integração perfeita de dispositivos sem fio.

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Focusrite Scarlett 8i6

Interface de áudio

por Miguel Ratton

Tradicional fabricante britânico de pré-amplificadores, a Focusrite nos últimos anos vem ocupando espaço também na área digital. A Scarlett 8i6, que tivemos a oportunidade de testar, é um dos modelos da nova linha de interfaces de áudio da empresa, orientada para pequenos estúdios e demais aplicações em que não são necessárias muitas entradas e saídas de áudio. Diferentemente da linha anterior, Saffire, que adotava conexão via Firewire, as interfaces da série Scarlett são conectadas ao computador via USB 2.0, o que amplia seu campo de aplicações, já que muitos computadores portáteis (talvez a maioria) não dispõem de porta Firewire. 

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