Por que quando o Cakewalk Pro Audio inicia, aparece a mensagem "Cannot Load Audio Extension .DLL" ?
Há duas possíveis causas para isso:
Solução:
Procure o arquivo Wincake.INI (deve estar no mesmo diretório do Cakewalk Pro Audio) e abara-o num editor de texto (estando no Explorer, ao clicar duas vezes no ícone do Wincake.INI provavelmente fará abrir o Notepad). Em seguida, procure a linha do arquivo que se refere a "AudExtDLL," e a altere para o seguinte:
Uma vez realizado isso, você deve conseguir abrir o Cakewalk novamente.
(informações obtidas junto à Cakewalk Music)
Adquiri um módulo de som
Alesis QSR, e pretendo trabalhar com o Cakewalk Pro Audio 6.0. Terei problemas
relativos a configurações ou eventuais incompatibilidades
entre os equipamentos? O manual do QSR menciona não ser necessária
a interface MIDI, mas um simples cabo a ser conectado em uma porta serial
do computador. É possível?
Embora o Alesis
QSR (e alguns outros sintetizadores) possa ser conectado à porta
serial do computador, e assim atuar também como uma interface MIDI,
nem sempre isso funciona. O PC possui quatro portas seriais (COM1 a COM4),
mas as quatro compartilham apenas dois códigos de interrupção
(IRQ). O mouse ocupa a COM1 (IRQ=4), e se você possui uma placa fax-modem,
ela provavelmente está na COM2 ou COM4 (ambas compartilham a IRQ=3).
Portanto, para conectar o QSR na serial, você terá que usar
a COM2 ou a COM4 (aquela que não estiver sendo ocupada pelo fax-modem).
Nesse caso, poderá haver conflito de IRQ, uma vez que dois dispositivos
estarão interrompendo a CPU pelo mesmo código.
A melhor alternativa é ter uma interface MIDI própria. As opções mais simples são a PC MIDI Card (Opcode) ou a Winman 1x1 (Midiman), interfaces que têm entrada 1 MIDI In e 1 saída MIDI Out. Se você precisar de mais entradas e saídas MIDI - caso queira conectar mais euqipamentos - então as opções serão a MQX32 (Opcode), Winman 2x2s ou a Winman 4x4s (Midiman).
Para evitar conflitos, ao instalar qualquer placa no computador, certifique-se de que a configuração dela (endereço, IRQ e DMA) não está coincidindo com a de outras. Você pode visualizar as configurações dos dispositivos pelo ícone "Sistema / Gerenciador de Dispositivos", no Painel de Controle do Windows95.
Instalei a MQX 32M. Mas tenho uma dúvida quanto a sincronizar com o Alesis ADAT:
1 - Quando clico em "Stripe SMPTE..." devo primeiro soltar a fita gravando, para depois clicar em "Start", ou clicar primeiro em "Start" e depois soltar a fita gravando?
2 - Quando gravo marcando para começar em 00:00:00:00 na fita, e coloco a seqüência para começar em 00:00:00:00, nunca dá certo...
3 - A numeração
que tem no visor do ADAT tem que rodar igual com a numeração
do Cakewalk?
4 - Como faço para que
a seqüência comece a tocar a partir de um determinado ponto
da fita? (por exemplo: 00:02:20:01 depois de um começo com um violão
gravado no ADAT)
Vejamos as respostas:
1) Você deve primeiro colocar o ADAT para gravar, e então clicar em "Start", senão você perderá o início do sinal de sync.
2) É melhor você dar uma "folga" para a interface MQX32 e o Cakewalk estabilizarem a sincronização. Experimente começar a seqüência aos 10 segundos (00:00:10:00).
3) Não necessariamente. A numeração que aparece no visor do ADAT é a marcação do relógio interno dele (que conta a partir do começo efetivo da fita), enquanto que a numeração do Cakewalk é o valor do código que está registrado na fita, e que pode ter começado num ponto diferente do começo da fita.
4) Para isso, você deverá indicar o "offset" da música no Cakewalk. Isso deve ser feito na função "Settings | Time Format", no campo "SMPTE/MTC Offset".
Adquiri uma placa Fiji (Turtle Beach), mas quero usá-la com MIDI, parece-me que ela não tem som próprio, que possa ser acessado via MIDI, mas existe nela um conector para cabo MIDI. Posso usar para isso o mesmo cabo da Soundblaster, ou existe alguma diferença?
Realmente, a Fiji não possui sintetizador próprio, mas você pode acoplar à ela uma plaqueta "daughterboard" com sintetizador (WaveBlaster ou similar). Quanto ao cabo/adaptador MIDI, é o mesmo usado nas SoundBlaster e similares (o que já se tornou um padrão).
Gostaria de saber como faço para ver as configurações de endereço, interupção e DMA dos dispositivos instalados em meu computador, pois toda vez que vou instalar algo não sei monitorar quais os endereços que estão sendo usados.
Aliás, gostaria de uma breve explicação do que é interrupção, DMA, etc... pois tenho uma placa de áudio Tahiti e uma interface MIDI MQX 32M. Quando fui instalar a MQX, coloquei-a em endereço diferente da Tahiti e depois descobri que algo na Tahiti usava a interrupção 9, que foi o a interrupção que usei para a MQX...
Se houver algum conflito deste
tipo o que pode acontecer? Enquanto não descobri o que era, a MQX
gerava mas não aceitava sinal de SMPTE. Isso pode acontecer?
Você pode visualizar as configurações dos dispositivos pelo "Painel de Controle" do Windows, através do ícone "Sistema | Gerenciador de Dispositivos". Mas, infelizmente, nem tudo aparece lá, somente as placas "plug&play".
A "interrupção" (IRQ) é um sinal que a placa manda ao processador, para que esse páre o que está fazendo e pegue os dados da placa. Se duas placas estiverem usando a mesma IRQ, o processador não saberá "quem" chamou, e então a máquina pode até travar. É o que se chama de "conflito de IRQ".
O Windows95 "tenta" encontrar os dispositivos novos instalados no computador. Se o dispositivo é "plug&play", ele aloca endereço, IRQ e DMA automaticamente (reze para dar certo!). Se o dispositivo não é plug&play, então o Windows pode errar ao detectar o novo hardware. Isso geralmente ocorre com a MQX32, que o Windows "acha" que é uma interface MIDI MPU-401 (a MQX32 é compatível com a MPU-401), e então se configura para tal. Acontece que a MQX32 tem mais coisas que a MPU-401 (como os recursos de SMPTE, por exemplo), e então ela fica configurada erradamente. Solução: remover o driver de MPU-401 do Windows, e configurar MANUALMENTE ("com disco") a MQX32, pelo ícone "Adicionar Novo Hardware".
Cosegui uma vesão demo do Cakewalk Pro Audio 6.0, para testá-lo e assim depois adiquiri-lo. Peguei um arquivo MIDI comum na Internet, e quando fui colocar a voz, gravando-a numa trilha de áudio, aconteceu o seguinte:
1- Senti um certo atrazo no compasso;
2- Quando fui ouvir, na mesma
trilha estavam gravados a voz (áudio) e o MIDI. O que faço?
Você deve selecionar (apontar para) uma trilha vazia sempre que for gravar um novo material (MIDI ou áudio).
Antes de gravar, certifique-se sempre de que a coluna "Source" está indicando a porta de entrada adequada (MIDI ou Audio), e se a coluna "Port" está indicando a porta de saída desejada (interface MIDI ou placa de áudio).
De qualquer forma, na gravação que você fez, você pode "arrastar" o clip de áudio da trilha de MIDI, e colá-lo numa nova trilha (indique nela a "Port" de áudio).
107) CONEXÃO DE INSTRUMENTOS AO COMPUTADOR
Comprei um computador COMPAQ Presario
2110, e possuo o Cakewalk 6.0 e também um teclado ENSONIQ SQ1 Plus...
O problema que está ocorrendo é que não consigo reproduzir
nem gravar músicas, e tão pouco selecionar os timbres do
teclado utilizando o software acima citado. Como devo proceder para fazer
a configuração desde o Windows até o Cakewalk e SQ1
Plus. Estou usando a porta de joystick da placa de som... e aqduiri um
cabo serial para conexão MIDI.
Embora você não tenha explicitado, acredito que o problema de gravação/reprodução esteja na parte de MIDI, e não de áudio digital. Esses problemas geralmente ocorrem devido a configuração errada (endereço e IRQ) da interface MIDI.
Você deverá verificar como está a configuração no Windows (pelo painel de controle) e, se necessário, remover o driver da placa e instalá-lo novamente. Provavelmente deve estar havendo um "conflito" da interface MIDI com algum outro dispositivo instalado no computador.
Para usar a placa de som como interface MIDI você precisa de um cabo/adaptador especial, que é conectado à porta de joystick da placa de som, e que possui uma entrada MIDI In e uma saída MIDI Out.
Quanto ao cabo serial para conexão MIDI, não acho uma boa opção, visto que para usá-lo você deverá acoplá-lo à porta serial COM2 (a COM1 já é usada pelo mouse), o que provavelmente conflitará com sua placa de fax/modem.
O Windows95 tem um recurso de "plug&play", que deveria detectar automaticamente a placa que foi instalada no computador, e instalar o driver correspondente. Infelizmente, nem sempre isso funciona direito, e muitas vezes o Windows95 faz a configuração errada!
108) ROLAND JV-880 - CONTROLANDO PELO CAKEWALK
Após configurar para o JV-880 as músicas feitas inicialmente no U-20, alguns instrumentos estão saindo da afinação (Key+) determinada. Diante disso fiz todas as mudanças de Key+ , no Cakewalk através da função Edit|Transpose (voltando o Key+ para zero). Após essas mudanças, tudo fica OK, mas ocasionalmente voltam a desafinar. Noto também que as desafinações ocorrem sempre nos mesmos instrumentos.
Exemplo: Música A: Baixo
1 - canal 8 : ok / Baixo
2 - canal 11: desafinando
Musica B: Orgao 1 - canal 12: Ok / Orgao
2 - canal 13: desafinando
Tanto na musica A quanto na musica B as outras trilhas continuam tocando normalmente.
Aqui vão os valores dos parametros do "System Edit" do JV-880:
- Master tune: 440,0 hz
- Output Mode: 2 out
- Chorus Switch:
On
- Reverb Switch: On
- Control Chanel :
6 (?)
- Unit Number: 17 (?)
- Program Change: On
- Program Bank Select:
On
- Control change : On
- Volume: On
- Modulation: On
- Pitch Bender: On
- Aftertouch: On
- Exclusive: On
- Scale tune switch:
Off
- Rythm Edit Key:
Int & Midi
- Power Up: Last Set
- Preview Note: A2
A3 A4 A5 (?)
(as interrogações
acima são por eu não ter entendido essas funções)
OK. Vamos então tentar "decifrar"
o problema...
Se o desafino é exatamente
um intervalo de semitons? (1 semitom, 1 tom, 1 terça, etc), verifique
a altura das notas, visualizando-as na janela de "Staff" do Cakewalk; certifique-se
de que a transposição está correta.
Caso o desafino seja um intervalo impreciso, ou seja, não é um intervalo inteiro de um ou mais semitons, então pode estar sendo causado pela atuação do pitchbend. Isso pode ocorrer se numa música é usado o pitchbend, e a música é interrompida no meio de um comando de picthbend; dessa forma, aquele canal do JV-880 que estava recebendo o comando de pitchbend permanece desafinado (pois não recebeu os demais comandos de pitchbend, que o reajustariam à afinação normal). Então, ao tocar uma próxima música, aquele canal continua desafinado.
A solução mais prática e segura é inserir um comando de pitchbend=0 no começo de cada trilha (antes das notas) de cada música, o que vai garantir que os canais do JV-880 sempre vão estar afinado ao começar a tocar as notas. Isso pode ser feito na janela de "Event List", usando a tecla Insert, e alterando o evento para Pitchbend, e colocando seu valor igual a zero (certifique-se de que ele foi inserido no ponto 1:1:000 da trilha). Faça isso em todas as trilhas.
Quanto às funções que você marcou com "?", vejamos seu significado:
- Unit Number: 17
É o número de identificação do seu JV-880 para efeito de recepção de mensagens MIDI SysEx. Acredito que você ainda não tenha tido necessidade de usar esse tipo de mensagem, mas deixe o valor em 17 mesmo, que é o default da Roland.
- Control Chanel : 6
É o número do "canal de controle", isto é, o canal de MIDI a ser usado para trocar a Performance via MIDI. O melhor é você colocar esse valor em "Off", de forma que você nunca troque a Performance via MIDI. Se deixar como canal 6, ao receber um comando de patch change pelo canal 6, ao invés de trocar o patch da parte 6, o JV-880 vai é mudar de Performance, o que não é desejável no seu caso, pois você está sempre usando a mesma Performance, certo?
- Preview Note: A2 A3 A4 A5
O JV-880 tem um recurso que permite a você ouvir o patch mesmo sem ter um teclado conectado a ele. Basta pressionar o botão de volume sucessivamente, e você ouvirá uma série de notas. Essas notas são programadas nessa função "Preview Note". No seu caso, ao pressionar o botão de volume, você ouvirá quatro notas "Lá", em oitavas diferentes. Se você quiser, pode alterar para um arpejo, por exemplo (C3 - E3 - G3 - C4).
109) PLUG & PLAY
Gostaria de uma explicação
do que é o "plug&play".
"Plug&play" (plugar e tocar) é a designação dada pela Microsoft ao recurso de configuração automática de dispositivos instalados no computador. Teoricamente, ao instalar uma placa plug&play no seu computador, o Windows95 detectaria essa placa, e instalaria automaticamente o driver adequado. Caso o driver não exista no próprio Windows95, ele requisitaria o disquete (ou CD) do fabricante.
Infelizmente, isso nem sempre funciona. Por isso, o recurso passo a ser chamado por muitos de "plug and pray" (plugar e rezar). Muitas vezes o Window95 detecta erradamente, e acaba instalando o driver errado, e assim a placa acaba não funcionando. A solução, nesses casos, é remover o driver instalado erradamente pelo Windows95, e então instalar o driver correto, manualmente.
110) CAKEWALK - MIDI E ÁUDIO ENGASGANDO
Quando uso Word e depois volto
a usar o Cakewalk com MIDI e áudio, o computador fica lento e engasgando
no áudio? Qual a forma de solucionar esse problema?
Os sofwtares de áudio ocupam muita memória interna. Quando você abre o Word (ou outro aplicativo do mesmo "porte"), ele também precisa de memória para se carregar, e "espalhar" o texto que está sendo editado (principalmente se você corta textos para o clipboard). Evite ficar com outros softwares abertos enquanto estiver usando um software de áudio (principalmente "screen savers" e anti-virus, que ficam residentes, rodando em background).
Pense sempre na seguinte regra geral: para trabalhar com áudio digital, você precisa de velocidade de processamento, capacidade de memória RAM, capacidade de disco e, sobretudo, velocidade de acesso e transferência de dados no disco.
111) REALIMENTAÇÃO MIDI
Ao utilizar meu sequencer estou encontrando certa dificuldade para acessá-lo plenamente. Tenho um MIDI Patchbay, cujas conexões são as seguintes:
MIDI In 1 = Yamaha KX-88
MIDI In 2 = Yamaha KX-5
MIDI In 3 = Sampler S-330 (com
software sequencer SYS-333)
MIDI Out 3 = Yamaha DX-7
MIDI Out 4 = Roland D550
MIDI Out 5 = E-mu Proteus 1/XR
MIDI Out 6 = Roland JV-880
MIDI Out 7 = Roland TR-505
MIDI Out 8 = Roland S-330.
O que está acontecendo
é que ao ligar o metrônomo do sequencer (que está tocando
pelo canal MIDI no.10), ele se autograva em "loop", não sei como.
E se coloco na tela o Canal de destino, o metrônomo passa a ser o
Master e grava naquele canal, com o timbre que estiver lá! Dá
pra entender? Vê se me dá uma luz!
O problema parece realimentação do sinal do metrônomo. O loop provável é o S330, que está conectado à entrada 3 e à saída 8 do MIDI Patchbay. Verifique se a saída MIDI Out do S330 não está configurada para "Thru", "Echo" ou algo parecido.
112) PLACA DE ÁUDIO E RUÍDOS
Não consigo fazer gravações
livres de ruídos em meu computador. Uso o WaveStudio com a Sound
Blaster para gravação, edição e adição
de efeitos. Como poderia fazer minhas gravações sem esse
problema?
1) Se for "chiado", verifique se o nível de gravação. Tente aumentar (cuidado para não "saturar" o sinal). Para ajustar o nível, clique no icone de "alto-falante" localizado no rodapé da tela do Windows, e entre em "Opções | Propriedades | Gravar".
2) Se forem "cliques" e "pops", verifique se seu disco está desfragmentado (use o "Desfragmentador de Disco", utilitário disponível nas "Ferramentas do Sistema" do Windows). Feche sempre todos os outros softwares quando for trabalhas com gravação de áudio.
3) Se for "humming", verifique seus cabos. Pode haver mau contato ou problemas de aterramento. Use cabos e plugs de boa qualidade.
113) INTERFACE MIDI NA PLACA DE SOM
Comprei um teclado Yamaha PSR-330
e ele possui saida e entrada MIDI In. Já tentei ligá-lo ao
computador mas não encontrei a mesma tomada na placa SoundBlaster
que está instalada no meu computador. Gostaria de saber como faço
para concluir meu intuito. Será que tenho que comprar uma placa
específica que tenha esta entrada MIDI? E se for esse o caso, vocês
podem me informar qual a melhor, em qualidade, preço?
A placa SoundBlaster já tem interface MIDI, mas você precisa acoplar à ela um cabo/adpatador, que vem com os conectores MIDI (e tem um pequeno circuito dentro).
114) CAKEWALK PRO AUDIO - GRAVAÇÃO EM FULL-DUPLEX
Tenho nescessidade de fazer gravações
ao mesmo tempo que reproduzo trilhas pré-gravadas. Posso fazer isso
usando o Cakewalk Pro Audio?
O Cakewalk pode operar simultaneamente com áudio digital (sons gravados) e MIDI (seqüenciamento de comandos). Algumas placas mais simples têm restrições de operação, como, por exemplo, não poder gravar em "full-duplex" (gravar e reproduzir áudio simultaneamente), ou então não poder gravar MIDI enquanto reproduz áudio, ou coisas assim. As antigas Sound Blaster tinham essas limitações (na verdade, era mais um problema do driver do que da placa; a Creative Labs disponibiliza em sua homepage os drivers mais recentes para todas as suas placas).
115) CAKEWALK - EXTRAINDO DE UMA TRILHA EVENTOS DE DETERMINADO CANAL
Gostaria de saber como fazer no
Cakewalk para "extrair" um canal MIDI de uma trilha. Por exemplo: há
eventos dos canais 2 e 3 na trilha 2; quero deixar os eventos do canal
2 na trilha 2, e os eventos do canal 3 na trilha 3.
No Cakewalk 6, você pode fazer isso da seguinte forma:
1) Marque toda a trilha 2 para edição;
2) No quadro da opção
"Edit | Select", altere APENAS os campos "Channel Min" e "Channel Max",
indicando em ambos o valor "3";
3) Feche o quadro (clicando OK).
Se o Cakewalk avisar que nenhum evento atende ao critério, é
porque ou não qualquer evento no canal 3, ou então vc marcou
errado;
4) Efetue o comando de "Edit | Cut"
(os dados do canal 3 serão cortados);
5) Desmarque (des-selecione) a trilha
2, e aponte para uma trilha vazia (pode ser a trilha 3, se ela estiver
vazia);
6) Efetue o comando "Edit | Paste",
certificando-se de que o número da trilha e ponto de colagem estão
corretos no quadro "Paste".
116) CAKEWALK - MENSAGENS SYSEX
Tenho um módulo Roland
JV-880 e uma mesa Yamaha Promix, e quero fazer um backup dos dados internos
deles no Cakewalk, usando mensagens SysEx. Como faço?
Para que a opção "Receive" fique habilitada, entre na função "Settings | Type Filter" e certifique-se de que a opção "Global Settings | System Exclusive" está marcada.
Para transferir os dados SysEx do JV-880 para o Cakewalk, siga o seguinte procedimento:
1) Conecte a saída MIDI Out do JV à entrada MIDI In do computador; conecte a entrada MIDI In do JV à saída MIDI Out do computador;
2) No Cakewalk, entre em "View | SysEx", e clique em "Receive";
3) Selecione a opção "You Start Dump On Instrument" (o Cakewalk aguardará os dados);
4) No JV, entre na função "Utility" e efetue o "Bulk Dump" dos dados do JV para o Cakewalk. Você pode fazer dump de um único Patch ou Performance (o que está selecionado - TEMP), ou de todos os Patches e Performances.
5) Terminada a transmissão. Clique em "Done" (no Cakewalk), e os dados estarão no banco de SysEx.
Você pode salvar cada banco de SysEx num arquivo individual (tipo SYX), ou salvar o arquivo do Cakewalk (uma música "vazia"), do tipo WRK.
117) TRANSFERINDO DADOS DE UM EQUIPAMENTO PARA OUTRO
Possuo um teclado da marca Roland
e gostaria de saber se é possível gravar neste teclado
ritmos de outros teclados como os da Korg. Ambos os teclados possuem drive
de 3 1/2 polegadas, isso é possível?
Não é possível transferir timbres de um sintetetizador para outro modelo diferente, até mesmo em equipamentos do mesmo fabricante, pois as arquiteturas de hardware e software têm diferenças. Em alguns casos, pode-se "adaptar" os timbres, em equipamentos muito parecidos.
Cada fabricante tem seus próprios processos, e geralmente adotam formatos diferentes até no armazenamento das formas-de-onda.
No caso de samplers, no entanto, existe a possibilidade de se transferir via MIDI (usando o protocolo especial SDS - MIDI Sample Dump Standard) as amostras de um sampler para outro, caso ambos suportem tal protocolo.
118) INTERFACE MIDI E PLACA DE SOM
Gostaria de saber se existe alguma
vartagem real de se usar uma interface MIDI específica, como a 2Port/SE,
em vez de usar um cabo/adaptador MIDI na placa de som.
As vantagens de se ter uma interface MIDI independente da placa de som, são as seguintes:
1) Os drivers de acesso às placas específicas de interface MIDI geralmente são mais estáveis do que os drivers de interfaceamento MIDI das placas de som (algumas dessas usam o driver padrão do Windows). Dessa forma, a operação das interfaces MIDI específicas geralmente é mais confiável (livre de eventuais "engasgos" na execução MIDI). Veja que eu disse "geralmente", mas não quer dizer que TODAS as interfaces MIDI embutidas em placas de som funcionem mal.
2) Utilizando uma interface MIDI com duas ou mais entradas/saídas MIDI, você expande ainda mais o numero de canais de MIDI, além de permitir maior flexibilidade e versatilidade de seu estúdio.
3) Instalando uma interface MIDI que possua recursos de sincronização por SMPTE, você pode também operar seu seqüenciador MIDI em conjunto com um gravador de áudio externo, uma máquina de vídeo, ou outro aparelho profissional que suporte sincronismo SMPTE.
A desvantagem de se adicionar uma interface MIDI ao computador, além do custo, é que ela irá ocupar mais um slot (conector) da placa-mãe, e você deverá configurá-la com cuidado para que seus parâmetros de instalação (IRQ, endereço) não "conflitem" com as demais placas e dispositivos já existentes no computador.
A interface 2Port/SE é externa, sendo conectada ao computador pela porta paralela (da impressora). Ela possui 2 entradas MIDI In e 2 saídas MIDI Out independentes, e mais os recursos de sincronização (entrada/saída de sinal de SMPTE). É uma boa interface. Se você não precisa que a interface seja externa, as alternativas são as placas Opcode MQX32M (2 MIDI In, 2 MIDI Out, SMPTE in/out; R$ 359), e Midiman Winman 4x4s (2 MIDI In, 2 MIDI Out, SMPTE in/out; R$ 455).
119) EDITORES DE PARTITURA E EDITORES DE TEXTO
Gostaria de saber se existe no
mercado software, para compor música com possibilidade de fazer
colagem ou ransferência para outro software editor de textos (ex:
Word97), possibilitando a confecção de apostila de teoria
musical. Necessito copiar notas isoladas, fazer escalas em semibreve sem
armadura de clave, inserir diversas claves no texto, enfim todos recursos
necessarios para montar uma apostila, ou direto no programa de musica,
ou com transferencia/colagem para outro programa.
Para colar imagens de partituras em textos, normalmente usamos o Encore (Passport). As imagens da partitura são capturadas para o clipboard, e em seguida editadas num software gráfico (ex: Paintbrush). Daí elas são transferidas (via clipboard) para o editor de textos.
Para escrever claves e símbolos de notas, você pode inserir diretamente no editor de textos as fontes de símbolos musicais do software de partitura, como se fosse uma fonte de letra comum.
As ilustrações em nossa apostila sobre o software Encore foi feita usando exatamente tais procedimentos.
120) NOTEBOOK E CAKEWALK AO VIVO
Tenho um NoteBook, e queria usar-lo,
junto com o Cakewalk (para shows ao-vivo). Mas o Notebook so possui saída
serial ou paralela. Tem algum jeito de se ligar o MIDI na serial? Algum
conversor? Como eu posso fazer esta ligação?
Sim. Existem interfaces MIDI especiais para esse tipo de aplicação, que são conectadas à porta paralela ou à porta serial. Há uma certa variedade de modelos, cujas diferenças são, basicamente:
- conexão pela serial ou paralela;
- número de entradas/saídas
MIDI;
- recursos extras para sincronização
via SMPTE.
As interfaces conectadas à serial em geral são críticas, pois podem operar em conflito com a placa fax/modem.
Dentre os modelos que existem, podemos
sugerir a Portman PC/P (Midiman),
que conecta-se à porta paralela do PC; possui uma entrada MIDI In
e uma saída MIDI Out, e a 2Port/SE (Opcode),
que conecta-se à porta paralela do PC; possui duas entradas MIDI
In e duas saídas MIDI Out, e entrada/saída de sinal de sincronização
SMPTE.
121) MPEG - SOFTWARE PARA CONVERSÃO DE WAV PARA MP3
Recebi a informação de que existe um software disponível na Internet que faz a conversão de arquivos WAV para arquivos MP3. Gostaria de saber se esta informação é correta, e se for, gostaria também de saber qual o nome deste software e onde posso encontra-lo.
Na verdade, já existem vários
softwares para isso. Dê uma olhada no site www.mp3.com
onde você encontrará muita coisa sobre o formato MP3, inclusive
links para fazer download de softwares "players" (que executa os MP3)
e "encoders" (o que converte para
MP3).
Eu estou testando alguns deles. Estou usando o L3 encoder, que funciona numa janela DOS. O player mais usado é o WinAmp, que também me pareceu muito bom.
122) ALESIS QSR OPERANDO COMO INTERFACE MIDI
Não consegui trabalhar com o PC200 no computador, usando o QSR como interface MIDI. Liguei com um cabo MIDI a saída MIDI Out do PC200 ao MIDI In do QSR, sendo que este está ligado ao computador pela porta serial. Só consigo controlar o QSR pelo "Virtual Piano" do Cakewalk, o que não me interessa. Consigo tocar meus arquivos MIDI perfeitamente, indicando, no "MIDI Devices" do Cakewalk, "Alesis serial port in e out" (desde que no QSR eu coloque, no set I/O mode, PC 38.4Kdb).
O que devo fazer para controlar
o QSR com o PC200?
A interligação do QSR
com um computador, via porta serial, não é igual à
dos módulos da Roland (SC7, SC55 mkII, etc), que podem operar REALMENTE
como interfaces MIDI, permitindo que um teclado seja conectado à
eles,
para se gravar a execução.
Conforme menciona o manual do QSR, o interfaceamento do QSR é somente para ele TOCAR as seqüências do computador. A ilustração da página 23 (Chapter 3 - "Using a Computer") é bastante clara, mostrando o QSR conectado à porta serial, e um outro teclado (Alesis, lógico) conectado à outra porta serial. Além disso, na página 116 do manual, está bem explícita essa impossibilidade do QSR receber dados pela porta MIDI In quando está operando em modo "PC". O manual diz que "se a porta serial está ajustada para PC, a porta MIDI In não funciona, e qualquer informação recebida pela MIDI In será ignorada".
Resumindo: O QSR não pode realmente operar como uma "Interface MIDI" completa, posto que só pode executar MIDI pelo computador, mas não pode mandar a execução MIDI de um teclado para o computador.
Solução: Para gravar MIDI no computador você terá mesmo que ter uma interface MIDI instalada nele. Essa interface pode ser a própria placa de som, desde que você possua um cabo/adaptador (que é conectado à porta de joystick) da placa. Ou então uma placa específica de interface MIDI (independente da placa de som).
123) SOUND BLASTER OPERANDO COMO INTERFACE MIDI
Descobri que meu PC já
veio com uma placa SoundBlaster 16. Acredito que ela possa funcionar como
uma interface MIDI para que eu possa mandar mensagens MIDI do meu teclado
para o computador. Se eu estiver certo, o que devo fazer para que apareça
no MIDI Devices do Cakewalk as opções MIDI In e MIDI Out
via SoundBlaster.
Se o dispositivo "SB MIDI In" (ou algo similar) não aparece como um dos devices no Cakewalk, é porque o driver de MIDI da SBlaster ou não está instalado ou está com problemas (conflito). Verifique no "Painel de Controle" se esse dispositivo aparece na ficha de "MIDI" do ícone "Multimídia". Caso não esteja lá, você deverá usar o ícone "Adicionar Novo Hardware", para incluir o driver de MIDI da SBlaster, escolhendo a opção "com disco", para que o Windows carregue o driver a partir do disquete original da SBlaster.
124)
CAKEWALK - PROBLEMAS DE OPERAÇÃO
Estou com alguns problemas que
estão me atrapalhando bastante, conto com sua ajuda para saná-los,
ou, pelo menos, minimizá-los. Tenho um Pentium 200 MMX, 32 MB de
RAM, HDD 3,1 Ultra DMA e estou usando Cakewalk 6.0 e Sound Forge 4.0.
1 - Quando gravo qualquer áudio
utilizando o Cake Walk, seja em um track (ou mais) há ruído
na reprodução. Quando seleciono um desses tracks e chamo
o Sound Forge, o mesmo é reproduzido sem ruído por este software.
Reparei também que o wave no Sound Forge está com mais volume,
ou seja, é reproduzido com mais clareza e nitidez neste software.
2 - Tenho um gravador de rolo Tascam DA88, estou comprando um ADAT (último modelo) e gostaria de sincronizar os dois. Para isso, eu disponho de uma placa MQX32M. Não tenho um BRC, como poderei fazer tal sincronização.
3 - Ouvi falar sobre a placa ARC-44.
Gostaria de saber qual é a qualidade de gravação da
mesma, ou seja, se o fato de ela ser 16 bits não vai interferir
na qualidade da conversão A/D, que em outras placas é feita
com 20 bits.
Vamos as respostas:
1) O sintoma é estranho. Execute o "Wave Profiler" do Cakewalk (fica na opção "Settings | Audio Options"), pois ele avalia a placa de som e configura o software adequadamente à ela. Certifique-se também de que a coluna "Vel" da trilha de áudio está com valor "0". Se não estiver, o volume pode estar sendo aumentado, o que causaria distorção (e ruídos).
2) Se for o ADAT M20, não
é necessário o BRC, pois ele já transmite e recebe
SMPTE. Bastará então conectar a saída de SMPTE do
ADAT à entrada de SMPTE da MQX-32. Se for outro modelo, voc6e terá
que gravar o sinal
de SMPTE numa trilha do ADAT, e
depois reproduzir esse sinal mandando-o para a entrada de SMPTE da MQX.
Para gerar o sinal de SMPTE você deverá usar o driver da MQX.
3) Na verdade, os softwares que você
usa (Cakewalk e SoundForge) trabalham com 16 bits. Dessa forma, mesmo que
a placa digitalize para 20 bits, é feita uma "redução"
(processo de "dither") para 16 bits. O que acontece
é que um conversor de 20
bits pode digitalizar áudio de 16 bits com melhor pureza de som
do que um conversor de 16 bits com componentes de idêntica qualidade.
Mas nos testes que efetuei, a ARC-44 pareceu-me muito boa. Além
disso possui as 4 entradas e 4 saídas, o que pode ser uma necessidade
em algumas aplicações. É uma boa opção.
125)
CAKEWALK - GRAVAÇÃO DE MÚSICA NO PC
Gostaria de ter informações
sobre um sistema completo para musica e gravação em PC, que
realmente tenha todos os recurso possiveis, e seja um sistema realmente
profissional.
Há várias configurações diferentes que podem ser indicadas para computadores PC/Windows, depedendo da aplicação desejada. Seria necessário saber exatamente quais são suas intenções, para poder orientá-lo melhor.
Uma boa sugestão é o software Cakewalk Pro Audio. É uma ferramenta extremamente poderosa, tanto para a produção de seqüências MIDI (instrumentais, com os sintetizadores), quanto para a gravação multitrack de áudio digital (dependendo do computador, pode gravar até 64 pistas simultâneas de áudio com qualidade de CD).
O Cakewalk possui vários recursos
de edição de MIDI e de áudio, incluindo processamento
de som, e efeitos em tempo-real. É como se você possuisse
o gravador e também os periféricos (rack de efeitos), tudo
num
só software. Evidentemente,
a performance do sistema depende diretamente da velocidade de processamento
do computador, capacidade de memória e de disco rígido. Além
disso, o Cakewalk pode receber "plug-ins" padrão
DirectX, o que permite ampliar ainda
mais o sistema. O Cakewalk também permite escrever, editar e imprimir
a partitura da música.
Para usar o Cakewalk, você
precisará de uma interface MIDI e uma placa de áudio. Para
sistemas profissionais, recomendamos a interface MQX-32M (Opcode), que
possui duas entradas e duas saídas de MIDI, possibilitando
controlar até 32 canais de
MIDI ao mesmo tempo. Essa interface possui também recursos de sincronização
SMPTE, requeridos para operar o software com um gravador externo ou um
videocassete, por exemplo. Já a
placa de áudio é necessária
para digitalizar o som no computador. Há placas com diversas características.
Se você não precisa de mais do que duas entradas e duas saídas
simultâneas de áudio, recomendamos a Fiji
(Turtle Beach), que possui conversores
A/D e D/A de 20 bits, e pode ser expandida (com uma plaqueta opcional)
para ter duas entradas e duas saídas digitais (S/PDIF), úteis
quando se quer mixar a gravação digital
diretamente para um gravador DAT,
por exemplo. A Fiji também possui uma interface MIDI. Caso sejam
necessárias mais do que duas entradas e duas saídas de áudio,
recomendamos a placa ARC-44 (SEK'd), que possui 4
entradas e 4 saídas simultâneas
de áudio, e conversores A/D e D/A de 16 bits.
Recentemente, foi lançada uma série de placas da Event, todas com conversores de 20 bits. São elas: Darla (2 entradas e 8 saídas analógicas), Gina (2 entradas e 8 saídas analógicas, e mais entrada/saída stereo digital S/PDIF) e a Layla (8 entradas e 10 saídas analógicas, entrada/saída digital S/PDIF, entrada/saída de sync wordclock, MIDI In, Out e Thru).
Para expandir os recursos do seu estúdio, há ainda outras indicações, como os softwares "Sound Forge" (poderoso editor de áudio), "CD Architect" (para masterizar e gravar os CDs pelo computador), e os plug-ins "Sound Forge XFX" (que podem ser acoplados ao Cakewalk).
126) KORG TRINITY X KORG X5D
Tenho um Korg X5D, e há
alguns dias atrás vi um teclado da linha Trinity. Gostaria de saber
se posso importar os arquivos do Trinity para o X5D.
Como as arquiteturas dos teclados são diferentes, não é possível copiar os timbres do Trinity no X5D. Você poderá copiar as seqüências, desde que em formato Standard MIDI File.
127) PRO TOOLS
Gostaria de saber se por acaso a Placa Audiomidia III trabalha com a Interface Session 882, pois o que desejo é um sistema realmente muito profissional, que me dê possibilidade de usar todos recursos de um estudio de audio, para trabalhar com MIDI, composição de trihas para video, jingles e etc. Já tenho um estúdio de audio convencional em operação, e desejo otimiza-lo com uso de sistema integrado digital via micro. Caso nao exista nada ainda do nivel do sistema do Pro Tools para, Macintosh, vou ter que pensar em realmente adquirir um Mac com o sistema, Protools, o que até o momento quis evitar por causa da dificuldade em comprar softwares e acessorios para Mac aqui no Brasil.
A Audiomedia III não trabalha com a interface 882. O software Session trabalha com a Audiomedia III, e o sistema Session8 (software + hardware) não é mais produzido (pelo menos não está mais sendo distribuído no Brasil).
Igual ao ProTools realmente, até o momento, não existe nada para PC/Windows. É um investimento bem mais pesado, e há o problema das dificuldades de ter um Mac no Brasil.
128) SOFTWARE DE BATERIA ELETRÔNICA
Gostaria de adquirir um software
de simulação de uma bateria eletrônica, que pudesse
tocar bateria no teclado do micro-computador.
Existem alguns produtos diferentes que talvez atendam ao que você quer:
1) O software Cakewalk, que dispõe de um teclado virtual, que pode ser acionado tanto pelo mouse quanto pelo teclado do computador. Esse teclado virtual pode controlar qualquer sintetizador MIDI (incluindo o sintetizador interno da placa de som), em tempo-real, podendo-se gravar toda a execução.
2) A bateria eletrônica virtual Rebirth RB-338, da Steinberg, é um software que simula um antigo rhythm machine da Roland e produz ritmos e acompanhamento techno.
129) JAMMER - ESTILOS
Estou com os seguintes problemas no software Jammer:
1 - Fui deletar um Band Style do Jammer e me dei mal. Agora a janela de "Band Styles" no software aparece vazia. Verifiquei o diretório BandStyle pelo Windows Explorer estão todos lá, mas na opção "Open Style Library Box" do Jammer não consigo abrir o diretório.
2 - Como fazer para salvar como
Band Style no The Jammer, um arquivo importado como MIDI File do CakeWalk?
Como fazer com que os acordes sejam descobertos?
1) Verifique o seguinte: abra a opção "Devices | System Options" e certifique-se de que os diretórios indicados nos campos "Band Style Path" e "Drum Style Path" estão corretos.
2) O recurso de importar MIDI File
permite que você insira trilhas criadas em outros softwares - normalmente
melodias - para então fazer um acompanhamento do Jammer para elas.
Para não alterar as trilhas
importadas, coloque-as como "Keep".
O Jammer não detecta o "estilo" de uma ou mais trilhas importadas. Os estilos são definidos conforme os padrões criados por meio do "Tools | Edit Track Style" para cada parte do arranjo (bass, rhythm, etc). A harmonia tem que ser escrita pelo usuário (pode ser feito diretamente na janela "Measures").
130) CAKEWALK - SYSEX
Tentei fazer um back up dos dados internos do X5D e do JV 880 no Cakewalk. Consegui no X5D e não consegui no JV 880. O Cakewalk recebe os dados dos dois instrumentos que estão em portas diferentes, e na hora de transmitir o sinal é enviado para os dois, mas so o X5D é que realmente recebe os dados.
Quando mexo nos sons, mudo os
canais de MIDI, volumes etc... do X5D, na transmissão ele volta
como era antes, mas os dados do JV880 nada se altera. É como se
não estivesse recebendo os dados, mas aparece no visor como se estivesse
recebendo. Qual será o problema? Já vi se não tem
nada desabilitado a não receber mensagens exclusivas, mas não
há...
Se o JV880 está em outra porta MIDI Out, vc tem que indicar isso na janela de Sysex quando for enviar os dados para ele.
Você alterou os parâmetros da Performance? Então deve salvar aquela Performance via Sysex no Cakewalk, e depois enviá-la p/ o JV880. Verifique também se o JV880 está habilitado p/ receber Sysex, e se também está com a memória desprotegida p/ carregar Sysex.
131) PLACAS DE ÁUDIO PARA PC
Aproveito a oportunidade para
perguntar se esta placa de som Turtle Beach Fiji se presta para gravações
multitrilha em softwares como o Cakewalk Pro Audio, pois pretendo, também,
utilizar meu computador para esta finalidade. Que outras informções
relevantes sobre este tipo de gravação você poderia
acrescentar.
A Fiji serve perfeitamente p/ gravação multitrack, desde que você não precise gravar mais de duas entradas simultaneaente (pois ela só tem entrada stereo - 2 canais). Para a maioria das aplicações, serve. Mas se você tem um estúdio, e quer gravar um coro com três ou mais vozes, cada uma numa trilha, então precisará de uma placa com múltiplas entradas (ex: Layla, da Event).
Raciocínio semelhante deve ser usado para a saída. A Fiji tem saída em stereo (2 canais), portanto, todo o material deve ser mixado e processado dentro do computador. Se você quer mixar e processar fora, usando módulos processadores e mixer externos, então precisará de uma placa com múltiplas saídas (ex: Gina, Darla e Layla, etc).
A Fiji tem uma qualidade de som excelente (usa conversores de 20 bits), e pode ser "upgraded" para ter entradas e saídas digitais (padrão S/PDIF), com uma plaqueta opcional.
Com o Cakewalk e a Fiji, você pode gravar o áudio de duas em duas trilhas ao mesmo tempo, e ir "montando" o material multitrack nele. Depois, pode processar esse material - usando tanto os efeitos e plug-ins do Cakewalk, quanto plug-ins de outros softwares (Sound Forge, Waves, etc) - mixar as trilhas (teoricamente, até 64 trilhas de áudio no Cake Pro Audio), e então passar o material, já mixado, para uma mídia em stereo (ex: fita cassete, fita DAT, Minidisc).
132) TECHNICS E CAKEWALK
Tenho um teclado sx-KN 3000, da Technics e a versão 3.0 do Cakewalk. Gostaria de utilizar tal programa para criar pistas adicionais a serem transferidas para o sequencer do KN sem tornar o teclado um escrado do sistema MIDI. Antes eu o fazia diretamente no sequencer do KN.
Para trabalhar no Cakewalk, tenho
que colocar o KN no sistema MIDI para que os sons ouvidos sejam os mesmos
comandados no CAKE, já que se o KN não estiver no sistema
MIDI os sons ouvidos são outros. Sendo que ao salvar os arquivos
em disket no CAKE, eu o faço na estensão MIDI Files, pois
só assim o KN lerá as informações
entretanto ao carregado no teclado
eu o faço nao como GM, para não tornar o teclado escravo,
só que terei de comandar todos os sons novamente adaptando-os ao
KN.
Tenho como trabalhar no Cakewalk
não estando o KN em GM?
O número máximo de
pistas MIDI que você poderá usar na seqüência MIDI
é o número máximo de pistas que o seqüenciador
do KN pode executar. Uma vez criada a seqüência (no Cakewalk),
vc pode salvá-la em formato MIDI
File e executá-la diretamente
a partir do disquete, carregando-a no KN (verifique o tipo de MIDI File
- 0 ou 1 - que o KN pode ler).
No modo que vc se refere como "sistema MIDI", provavelmente o KN opera no padrão GM (General MIDI), onde os números dos timbres são padronizados. Fora desse modo, o KN pode tocar todos os seus timbres, mas a numeração deles é propria do KN, e não conforme o padrão GM.
Se você criou a seqüência
com os comandos de seleção de timbres conforme o padrão
GM, vc terá que colocar o KN em modo GM, senão ele tocará
os timbres trocados; se você criar a seqüência com a seleção
de timbres do
KN (sem ser os timbres GM), deverá
usar comandos adequados de seleção de banco e patch change.
133) CAKEWALK - "MARKERS"
Em uma musica copiada de um outro sequencer há uma marca (view/mark) repetida infinitas vezes (no 1:00:00) ocasionando uma demora absurda para se trabalhar a música. Para deletar esta marca só se consegue uma por uma? Não existe uma forma de selecionar todas as marcas e deletar de uma vez só?
Existe. Entre na janela "Markers"
(menu "View"), selecione o primeira Marker da lista, e, mantendo pressionada
a
tecla Shift, pressione a tecla End.
Todos os Markers serão então selecionados, e bastará
teclar Delete para eliminá-los. Se você não quiser
deletar um ou mais Markers junto com os demais, então, estando todos
os Markers selecionados na lista, mantenha a tecla Ctrl pressionada, e
então clique com o mouse naqueles que não quer deletar (eles
serão des-selecionados).
134) SEQUENCIADOR - O QUE É?
Não sei se sequencer é
exatamente o que penso, então peço a vocês uma breve
explicação sobre o assunto.
O "sequencer" (seqüenciador)
é um software ou um equipamento portátil que armazena na
memória os comandos MIDI enviados por um teclado ou outro tipo de
equipamento controlador MIDI (guitarra com conversor MIDI,
por exemplo).
Ao se tocar uma nota num instrumento
MIDI, ele transmite (pela sua saída MIDI Out) um código contendo
as informações essenciais do ato do músico: qual a
tecla que foi pressionada, qual a intensidade com que ela foi
pressionada, e em qual "canal de
MIDI" ela está sendo transmitida (num cabo MIDI podem estar passando
comandos diferentes de até 16 canais; algo semelhante como num sistema
de TV a cabo). Se você conectar um
outro teclado MIDI ao primeiro,
ligando a saída MIDI Out do "transmissor" à entrada MIDI
In do "recpetor", poderá comandar as notas deste último pelo
teclado do primeiro. Se ao invés de um segundo teclado, você
conectar um seqüenciador, então os comandos poderão
ser memorizados no sequenciador, preservando sua cronologia. Os comandos
memorizados pelo seqüenciador formam uma lista (seqüência)
de eventos MIDI, que o seqüenciador pode retransmitir posteriormente,
e assim comandar o teclado. Ou seja, todos os comandos de execução
de
notas, pressionamento de pedais,
troca de timbres, etc, podem ficar memorizados na seqüência,
e depois serem re-executados pelo seqüenciador, simulando o músico.
O seqüenciador MIDI pode ser
um equipamento portátil (ex: Roland MC-50), útil para utilização
ao vivo, ou um software rodando num computador equipado com interface MIDI.
As vantagens do software sequenciador são
seus recursos visuais e a possibilidade
de atualização (novas versões). Alguns teclados musicais
(ex: Roland XP-60) possuem seqüenciadores embutidos, que permitem
ao músico seqüenciar sua execução diretamente
no
próprio teclado (por isso
esses teclados são chamados de "workstations").
Um seqüenciador portátil
pode custar cerca de US$ 600. Já os softwares seqüenciadores
têm preços que variam desde uns US$ 30 (ex: Power Tracks)
até mais de US$ 500 (ex: Cakewalk Pro Audio). Evidentemente, a
quantidade de recursos está
diretamente associada ao preço. Os seqüenciadores profissionais
atuais, como o Cakewalk Pro Audio) integram os recursos de seqüenciamento
MIDI e de gravação de áudio digital.
135) ÁUDIO DIGITAL E SATURAÇÃO
Tenho uma placa de som Tbeach Multisound e, trabalhando com alguns trechos de áudio percebi que estavam "distorcidos". Existe algum programa ou Plug-in para PC-Pentium que limpe a distorção digital?
Tenho um "Digital Orchestrator
Pro", "Sound Forge 32" e "Wave SE''. Obrigado.
Quando ocorre saturação (clipping) numa gravação digital o clipping do sinal é brutal, diferente do que geralmente acontece em sistemas analógicos, onde a saturação nem sempre é imediata, e cujas "colorações" introduzidas às vezes são até desejáveis (ex: amplificadores de guitarra).
É importante, então, tomar-se o devido cuidado para que o sinal não atinja níveis muito altos, que possam levar à saturação. Para isso é necessário ajustar o nível de gravação, adequando-o ao material que vai ser gravado. Dependendo das características e da qualidade dos conversores A/D, os sistemas digitais de gravação geralmente têm uma faixa dinâmica maior do que os analógicos, e dessa forma é possível conseguir-se um ajuste de nível que seja adequado tanto às passagens suaves quanto às mais fortes, sem a necessidade de compressão.
Se, no entanto, o material de áudio sofreu saturação, será praticamente impossível recuperá-lo com as ferramentas disponíveis na maioria dos softwares de edição de áudio.
Se o trecho saturado for bem curto, você poderá tentar aplicar uma filtragem de harmônicos, o que poderá reduzir bastante a parte "rude" (perceptível) do clipping. Mas não será possível recompor o sinal original, sem a saturação (até porque ele já foi gravado assim). Em alguns softwares, você poderá até mesmo tentar redesenhar manualmente o sinal, nos picos curtos onde houve clipping, o que minimizará a percepção da saturação, mas você estará substituindo uma distorção por outra (ainda que menos "rude"). Enfim, não há como recuperar o que nunca existiu, pois o material que foi gravado já entrou com saturação.
Pode haver, no entanto, situações
em que a saturação seja criada dentro do sistema, como conseqüência
de algum processamento que influa na amplitude do sinal. Casos típicos
são as equalizações e aplicações de
efeitos,
onde é preciso tomar cuidado
para que o sinal resultante não tenha ganho demasiado que leve ao
clipping.
Se você estiver editando material de áudio num software, verifique o nível do sinal a cada etapa da edição, certificando-se de que não houve saturação na última operação. Caso tenha havido, desfaça-a ("Undo") e proceda novamente a operação, adotando um nível final mais baixo (se você não consegue "ver" na tela se o sinal saturou, uma forma simples de checar isso é aplicar o recurso de "normalização"; se o software não conseguir normalizar os níveis, é porque em alguma parte do sinal já está havendo saturação).
136) SINCRONIZAÇÃO DO CAKEWALK COM A REBIRTH 338
Como devo fazer para poder operar
o Cakewalk sincronizado com a bateria virtual Rebirth (Steinberg)?
Para sincronizar o Cakewalk com a
Rebirth, você pode usar um caminho MIDI externo (a saída MIDI
Out de uma interface MIDI entrando na entrada MIDI In de outra interface
- pode até ser a mesma interface, mas algumas podem não funcionar
dessa forma), ou então o "driver virtual" Hubi. Notei muitos "engasgos"
da Rebirth com esse driver. Usando um caminho MIDI via interface, parece
melhorar, mas continua engasgando. Acho que o problema é
do desempenho de máquina
mesmo.
Para sincronizar a Rebirth com o Cakewalk, faça o seguinte:
1) Configure o Cakewalk para transmitir
MIDI sync. Isso é feito em "Settings | MIDI Output":
- marque a opção
"Transmit Sync...",
- indique o número
da porta MIDI Out que vai enviar o MIDI sync
(o número é
a posição da porta na lista "Settings | MIDI Devices")
2) Configure a Rebirth para receber
MIDI Sync. Isso é feito em "Edit | Preferences":
- marque a opção
"Sync to MIDI"
- indique a interface MIDI
que será usada para receber os clocks MIDI
3) Inicie a seqüência no Cakewalk, e a Rebirth deverá tocar.
Provavelmente haverá atraso entre a Rebirth e o Cakewalk. Você deve corrigir o atraso ajustando na Rebirth (em "Edit | Preferences") o slider de "Playback Performance", movendo-o para "Fast Resposnse", até os dois tocarem juntos.
Os sintetizadores virtuais, como a Rebirth, têm ainda limitações, que na verdade dizem respeito à velocidade de processamento do computador.
137) PRO TOOLS
Gostaria de mais informações
sobre o Pro Tools da Digidesign.
O ProTools é um sistema completo
(workstation) para gravação multitrack de áudio digital,
com diversas ferramentas poderosas para gravação, edição,
mixagem e masterização. O sistema, produzido pela Digidesign,
compreende tanto software quanto
hardware, e requer computador Power Macintosh*.
Há, basicamente, 4 sistemas Pro Tools:
Workstation digital orientada para
"project studios", produtores e estúdios de rádio e multimídia.
Oferece até 8 entradas e 8 saídas analógicas (balanceadas)
e mais 8 entradas/saídas digitais (AES/EBU e S/PDIF). Pode gravar
e reproduzir até 16 trilhas de áudio. EQ de 2 bandas por
trilha. Requer PowerMac com 48 MB de RAM. Preço: aprox. US$ 9.000
Sistema orientado a estúdios
de gravação profissionais, estúdios de rádio
e TV, estúdios para pós-produção de multimídia,
cinema e vídeo. Oferece de 8 a 64 entradas e saídas analógicas
(balanceadas) e de 2 a 64 entradas/saídas digitais (AES/EBU e S/PDIF).
Pode gravar e reproduzir até 48 trilhas de áudio. EQ de 20
bandas p/ trilha. Suporte a efeitos e processamento por plug-ins TDM. Requer
PowerMac com 48 MB de RAM. Preço: aprox. US$ 12.000
Os preços são aproximados, pois dependem das características desejadas e dos acessórios inclusos. Não incluem computador, discos rígidos, etc.
138) TECHNO/DANCE NO PC
Gostaria de saber o maximo de
informações para que eu possa ter um studio em meu computador
para criação de techno e dance, sabendo o máximo de
produtos e programas.
Há, basicamente, duas formas de se trabalhar com o computador para compor música: sequenciamento MIDI e gravação de áudio digital.
No primeiro caso, usando um seqüenciador
MIDI e uma interface MIDI, você cria as músicas tocando num
teclado MIDI, por exemplo, e sua execução no teclado é
registrada em códigos no software. Você pode então
editar
(corrigir notas, cortar e mover
trechos da música, etc) e até mesmo "escrever" notas e comandos
MIDI pelo computador, usando o mouse. Para executar a música pronta,
você precisará de um sintetizador (ou mais de
um) acoplado ao computador (na saída
da interface MIDI), e os timbres serão os deste sintetizador.
No segundo caso, você grava a música no computador, como se ele fosse um gravador comum, só que com qualidade digital. Para isso, é necessário possuir um software gravador e uma placa de áudio (o computador deve ser rápido, e o disco rígido deve ter alta capacidade, e tempo de acesso rápido). Uma vez gravado o som no computador, você pode editá-lo (adicionar efeitos de reverb, chorus e outros, cortar, colar e mover trechos, inverter, etc). Os softwares gravadores de áudio permitem a gravação multitrack, onde você pode gravar uma trilha, depois outra, depois outra, sempre ouvindo o que já está gravado (para isso, a placa de áudio tem que ser do tipo "full-duplex").
Alguns softwares seqüenciadores (ex: Cakewalk, Logic, Power Tracks) também incorporam gravação de áudio multitrack, o que permite ter um sistema integrado para todo o trabalho de composição.
Embora os seqüenciadores e gravadores
de áudio possam ser usados para qualquer tipo de trabalho musical,
para a produção de música dance e techno há
algumas ferramentas orientadas especificamente para esse tipo
de música. São eles:
ACID (Sonic Foundry)
É um software para criação
de música baseada em loops de áudio, onde se pode editar
e arranjar os loops livremente, com grande flexibilidade. Permite ajustes
de andamento e afinação em tempo-real, e o número
de
trilhas de áudio é
limitado apenas pela capacidade do computador (memória RAM). Oferece
controle total da mixagem entre loops, ajuste de volume, pan e efeitos
(aceita efeitos de plug-ins DirectX). A música é
reproduzida pela saída da
placa de áudio, e pode ser exportada para arquivo WAV. O Acid vem
com uma biblioteca com centenas de loops de instrumentos diferentes, e
diferentes estilos (Techno, Rock, Rave, Break
Beat, Funk, Country, Hip-hop, Disco,
Alternative, House, Industrial, Guitar, Bass, Synthesizer, Drums, Vocal,
Brass, Turntable, Sound Effects, Ambient). Para operar, o Acid requer um
Pentium 133 (para ter os efeitos em tempo-real é necessário
um Pentium II), 32 MB de RAM, placa de áudio, drive de CD-ROM. Preço
do Acid no Brasil: US$ 399.
GROOVEMAKER (IK Multimedia)
Software que utiliza telas gráficas
sofisticadas para produzir seqüências musicais em ÁUDIO
de alta qualidade, com "samples" tipo Techno, Trance, Dub, House, Jungle,
etc. Os loops são carregados, e interligados. São mais de
80 milhões de combinações possíveis. O produto
vem com dois CDs com samples em 22.050 e 44.1 kHz. Requer um computador
Pentium 166 com 32 MB de RAM, placa de áudio e drive de CD-ROM de
8x. O preço do GrooveMaker no Brasil é US$ 125.
REBIRTH RB-338 (Steinberg)
É um "sintetizador virtual",
um software que simula as máquinas de ritmos Roland TB-303 e TR-808,
sintetizando seus sons por software, e reproduzindo-os pela placa de áudio,
com qualidade de CD (16 bits, 44.1 kHz). A Rebirth gera padrões
de ritmos com seqüências e arpejos, em três partes (baixo,
solo e bateria), todos com timbres eletrônicos usados em dance e
techno music. O som da Rebirth pode ser exportado para arquivo WAV ou AIFF,
e ela também pode operar sincronizada com softwares seqüenciadores
ou equipamentos externos, via MIDI. As telas e configurações
da Rebirth podem ser recriadas, havendo outras configurações
disponíveis gratuitamente na Internet. Requer Pentium 166, com 32
MB de RAM, placa de áudio e drive de CD-ROM de 8x. O preço
da Rebirth no Brasil é US$ 229.
Para poder reproduzir os sons digitalizados no computador, sugiro uma placa Gina (Event) ou Fiji (Turtle Beach), com entradas/saídas stereo, conversores de 20 bits, full-duplex (a Fiji também possui interface MIDI).
139) WAV NA INTERNET
Gostaria de colocar meus arquivos
.WAV para download nas páginas da minha homepage. Já segui
os passos sugeridos pelo manual de ajuda do Windows mas não obtive
o resultado almejado, só consegui aplicar sons de segundo plano.
Você deve colocar o arquivo no seu servidor, e fazer um link na sua homepage para aquele arquivo (use letras minúsculas). Os browsers (MS Explorer, Netscape) geralmente já estão configurados para tocar o arquivo WAV, quando o usuário clica sobre o link, mas se o usuário clicar com o botão da direita do mouse, terá a opção de fazer um download do arquivo, sem ter que reproduzi-lo.
Veja um exemplo na homepage do Quarteto em Cy, onde há um pequeno arquivo WAV (canção "Asas"), que pode ser reproduzido ao se clicar com o mouse no link, mas pode ser feito um download clicando-se c/ o botão da direita (opção "Save Link as").
140) SOUND BLASTER AWE64
Eu tenho uma placa Awe64 SoundBlaster,
instalada em um Pentium 233. Minha duvida é se eu posso configura-la
para 32bits, hoje ela esta configurada em 16bits.
Não existe placa de 32 bits. As placas de áudio que existem atualmente possuem conversores de 16 bits (a maioria), de 18 bits (muito poucas), de 20 bits (tendência atual) e 24 bits (ainda raras; altamente profissionais).
Os conversores de áudio da AWE64 são de 16 bits. O sintetizador interno possui polifonia de 64 notas simultâneas.
141) METRÔNOMO NO PC
Gostaria de saber se voces conhecem
algum software de metronomo e, caso conheçam, onde ou em que site
posso encontrar.
Não sei exatamente o que vc
quer dizer com "software de metrônomo", mas qualquer software seqüenciador
possui um metrônomo, na maioria deles totalmente configurável.
Até mesmo usando uma demo de um software, vc
poderá usar o metrônomo.
Experimente a demo do Cakewalk Home
Studio, disponível no site da Cakewalk
Music
142)
MONTANDO UM HOMESTUDIO
143)
MERGE E EXTRACT NO CAKEWALK 7
144)
SYSEX NO ROLAND D-70
145)
ÁUDIO EM NOTEBOOKS
146)
MIDI E ÁUDIO NO PC
147)
DX7II - TIMBRES VIA SYSEX
148)
CAKEWALK 7 NÃO GRAVA ÁUDIO
149)
ADAT DE 16 E 20 BITS
150)
CONVERSÃO DE ÁUDIO EM MIDI
151)
PROBLEMAS COM GRAVADOR DE CD
152) ADAT DE 20 BITS
153) AUDIO EM MPEG3
154) ENCORE - GRAVAÇÃO DE NOTAS
155) MIDI - CONFIGURAÇÃO DE SISTEMA
156) MD - GRAVANDO DADOS EM MD
157) GUITARRA-MIDI
158) ESTILOS BRASILEIROS P/ TECLADOS YAMAHA
159) ROLAND VS X CAKEWALK
160) CAKEWALK - LIMPANDO O DISCO
161) FIJI - EXECUTANDO ARQUIVOS MIDI
162) GINA - MONITORAÇÃO OBS.:
AS INFORMAÇÕES DESTA PÁGINA SÃO FORNECIDAS
SEM QUALQUER TIPO DE GARANTIA. NÃO NOS RESPOSABILIZAMOS PELO USO
E EFICÁCIA DAS MESMAS. RECOMENDAMOS TESTAR AS INFORMAÇÕES
ANTES DE USÁ-LAS EFETIVAMENTE.
Gostaria de montar um estúdio em casa, para composição e pequenas produções, e não sei o que é necessário (o básico), e ficaria muito agradecido se vocês me respondendo dizendo o que eu preciso para tanto. Desde já agradeço.
Para montar um homestudio com recursos profissionais, você precisará do seguinte:
Uma sugestão prática: Dispomos de um CD-ROM multimídia chamado Computador & Música, que apresenta todas as aplicações musicais do computador (seqüenciador, gravação de áudio, etc), mostrando os softwares e placas que existem no mercado.
Para trabalhar com MIDI, até mesmo um "velho" 486 serviria (embora ele rode o Windows 95 com muita dificuldade...). Mas para gravar e editar áudio digital, é recomendável pelo menos um Pentium II com 64 MB de RAM e disco rígido de 6 gigabytes, o que hoje (set/99) é a máquina "básica". Um computador com esta configuração pode ser adquirido por cerca de R$ 1.600.
Com ele você poderá gravar a execução MIDI feita num teclado (sintetizador), editar notas, controles, etc. Poderá também gravar vocais, instrumentos acústicos e áudio em geral, e também editá-lo de diversas formas, inclusive adicionando efeitos de reverb, eco, chorus, etc. Poderá até imprimir a partitura da parte MIDI (instrumental). O software sugerido para isso é o CAKEWALK PRO AUDIO.
Ela é necessária para a gravação e reprodução do som no computador. Deve ser do tipo "full-duplex", para permitir gravar e reproduzir simultaneamente (ouvir enquanto grava). Temos algumas sugestões:
Ela é necessária para a gravação e execução de MIDI. Pode ter 1 entrada MIDI IN e 1 saída MIDI Out, ou então múltiplas entradas e saídas MIDI, dependendo da quantidade de instrumentos a serem conectados ao computador. Algumas placas de áudio (ex: MaxiSound e Fiji, citadas acima), já possuem a interface MIDI, requerendo apenas um cabo/adaptador.
Caso seja preciso uma placa específica para interfaceamento MIDI, nossas sugestões são as seguintes:
Há uma grande variedade de teclados MIDI que podem ser usados num mini-studio, desde os Yamaha série PSR e Roland série E, até teclados mais profissionais, como Alesis QS6, QS7, Korg N5EX, X5D, Roland XP-30, XP-60, Yamaha EX5, EX7, etc. Os preços variam desde US$ 1.500 a US$ 3.000.
Você precisará também de uma mesa de mixagem (mixer), amplificador stereo, caixas para monitoração do som, e microfones. Também não vendemos esses equipamentos.
No Cakewalk 7 não existem mais as funções de MERGE e EXTRACT que facilitavam muito retirar e inserir pequenas partes de uma música para outra. Como posso fazer para copiar partes de uma música em outra no Cakewalk 7?
Realmente, os comandos de MERGE e EXTRACT não existem mais na versão 7. Mas como agora podem ser abertas várias músicas simultaneamente, basta copiar os trechos de uma música para outra (usando "Copy" e "Paste"), estando ambas abertas em janelas separadas do Cakewalk.
Tenho um Roland D-70 e gostaria de fazer a edição de timbres do teclado no computador, transferindo arquivos SysEx do teclado para o PC e do PC para o teclado. O problema é que em um dos sons o de piano elétrico (o mais bonito) sobe meio tom durante o tempo que de uso do banco, eu pensei num problema mecânico, mas gostaria de eliminar a possibilidade de ser um problema de configuração, e então decide fazer o download dos SysEx direto da Roland-US e transferir para o teclado. Gostaria de saber algumas coisas:
Vejamos as respostas:
Existem alguns (poucos) softwares editores de timbres de sintetizadores que podem, usando mensagens complexas de SysEx, acessar individualmente porções da memória do equipamento. Dentre esses softwares estão o Midi Quest (da Sound Quest) e o Noize (da Terzoid Software). Esses softwares não são comercializados no Brasil. Veja na nossa seção de Links o endereço dessas empresas, e experimente uma demo dos softwares.
Existem placas para gravação de MIDI e audio em computador tipo notebook? Existem limitações para utilização desse tipo de computador?
As limitações dos notebooks em áudio não se referem à sua capacidade de processamento ou armazenamento, pois há notebooks bastante rápidos e com discos de alta capacidade, comparáveis em desempenho (mas não em preço!) aos computadores de mesa "comuns".
O problema dos notebooks é que eles não têm condições de receber novas placas internamente. Para aplicações musicais de MIDI, isso não é problema, visto que há vários modelos de interfaces MIDI externas, que podem ser conectadas à porta paralela (da impressora) ou serial (COM). Mas no caso de dispositivos de áudio, realmente não existe uma solução aceitável para aplicações mais sérias, pois todos os dispositivos profissionais são placas que têm que ser inseridas num slot PCI ou ISA (alguns notebooks possuem um conector externo para acoplar uma
"expansão" de slots; mas é uma solução pouco prática).
Embora até existam alguns dispositivos de áudio externos, para uso com notebooks, a qualidade que eles oferecem deixa muito a desejar, pois são orientados para o uso genérico, não profissional.
Para compatibilizar multimedia, MIDI e áudio terei que ter 3 placas, uma para cada função? É possivel interligar um drive de CD-ROM com a placa de MIDI ou áudio?
A maioria das placas de áudio são "polivalentes", e integram não só os recursos de gravação e reprodução de áudio digital, mas também interface MIDI (requerendo um cabo adaptador opcional) e sintetizador musical (isso mesmo: um chip com timbres que podem ser tocados pelo sofwtare).
As placas profissionais para áudio, no entanto, costumam ser especificamente para gravação e reprodução de áudio, não possuindo as funções adicionais. Essas placas, obviamente, têm qualidade de áudio bastante superior se comparadas com as placas "multimídia" mais baratas.
Quanto à interligação do CD-ROM com a placa de MIDI e de áudio, a coisa se processa da seguinte forma: as placas de MIDI não têm esse tipo de recurso, mas algumas placas de áudio têm ainda uma quarta função, além das que mencionei antes, e podem ser usadas para controlar (acionar) a
unidade de CD-ROM. Isso tem sido pouco usado atualmente, pois as placas-mãe dos Pentium podem controlar os CD-ROMs pelo barramento IDE.
No que diz respeito à conexão de áudio da unidade de CD-ROM com placa de som, geralmente há na placa um conector específico para isso, ao qual você pode ligar um cabo vindo da unidade de CD-ROM, e então mixar o som do CD de áudio dentro do circuito da placa, ajustando o seu volume pelo mixer do Windows 95.
Possuo um DX7 II FD, e gostaria de saber como faço para passar os timbres via SysEx do computador para meu teclado. Já consegui através do Cakewalk 5.0 transmitir e usar os timbres
que estão na sua seção Download, um de cada vez através da função "Syx" mas, não consegui gravá-los na memória do teclado (INT), nem no disquete de 3.5". Isto
porque quando estou transmitindo pelo "Send" ou "Send all", os timbres vão para apenas um botão do DX7, e desse modo não consigo nem ao menos visualizá-los no teclado, e muito menos gravá-los na memória ou no disquete.
Ao transferir um timbre p/ o DX7, ele fica no "buffer" temporário. Você deve então memorizar o timbre do buffer temporário p/ o registro desejado. Para isso, uma vez estando o timbre no buffer temporário, use o botão "Store" e pressione o botão do número do registro onde deseja
memorizar aquele timbre. Para passar a memória interna p/ o disquete, use o botão "Disk".
Acabei de comprar um Cakewalk Pro Audio 7, e não estou conseguindo gravar áudio. Ligo um mixer na entrada de Mic da minha placa MaxiSound. Tenho um Pentium II 333 Mhz por isso o problema não pode ser pela quantidade de efeitos que acrescento na pista, pode? Ja testei outro arquivo WAV para ver se estava funcionando, e tocou sem nenhum problema, agora quando entro no Cakewalk, na hora de executar e gravar áudio, eu não consigo. Por favor esclareça minha dúvida.
Sugiro que você rode o "WaveProfiler" do Cakewalk (Tools | Audio Options), para o software se ajustar à sua placa de som.
Realmente, o problema não pode ser por causa da velocidade do seu computador. Tenho testado o Cakewalk 7 num Pentium 200MMX com 16 MB de RAM, e ele tem sido significativamente mais rápido do que a versão 6, inclusive conseguindo operar com mais trilhas e efeitos.
Certifique-se de que o dispositivo de áudio está configurado corretamente no Cakewalk, e se o DirectShow 5.1 (ou superior) está instalado no Windows (você não está com o Windows 98, está?...)
A propósito, a Cakewalk disponibilizou em sua homepage um patch (atualização) para o Cakewalk 7. Dê uma olhada lá, e apanhe-o. Talvez tenha alguma correção que solucione seu problema.
Tenho feito em meu home studio algumas gravações, ainda em caráter experimental, utilizando o Adat XT, que segundo sei, grava em 16 bits (embora técnicamente eu não conheça como essa gravação funciona); já ouvi e li várias vezes que a qualidade do novo gravador da Alesis (que grava em 20 bits) é extremamente superior, porém não conheço ninguém que tenha usado um de fato. Essa mudança de 16 para 20 bits realmente provoca uma melhora muito grande na qualidade do áudio obtida? Outra coisa: É verdade que a Alesis estaria lançando uma placa de som compativel com o Adat?
Teoricamente, quanto maior a "resolução" (número de bits) da conversão do áudio analógico para o áudio digital, melhor é a qualidade. No caso do aumento de 16 para 20 bits, ganha-se na faixa dinâmica, que sobe de uns 96 dB para 120 dB (valores teóricos). Isso daria mais "espaço" para a dinâmica do som (possibilidade de representar melhor os picos muito - muito mesmo! - fortes. Ainda que na música em geral dificilmente se ultrapassem os 96 dB de faixa dinâmica, isso não deixa de ser uma vantagem. A vantagem mais significativa desse aumento de faixa dinâmica se dá nos sons mais fracos (sobretudo finais de "fade-outs"), que passam a ser representados com maior precisão. A edição do áudio também é beneficiada, quando se usa uma resolução maior, pois o processamento em
20 bits é mais preciso do que em 16 bits.
Quanto à placa de áudio para ADAT, a Alesis lançou a ADAT-PCR, uma placa PCI com conexão para ADAT (óptica, tipo Lightpipe), que pode ser configurada também para operar como in/out padrão S/PDIF (stereo). Ela possui também um conector de 9-pinos para sync in/out do ADAT. De acordo com a Alesis, pode-se transferir de/para o computador oito trilhas simultâneas de um gravador
ADAT. O preço de lista nos EUA é US$ 499.
Existe algum programa em que poderíamos gravar a música desejada de um CD e através desta gravação extrair a partitura do solo.
Não existe (ainda) um software que faça a extração de música a partir de
um CD e a converta em seqüência MIDI.
Já existem recursos para converter sons em MIDI (como os conversores de
guitarra-MIDI), e até mesmo alguns softwares que fazem essa conversão,
mas somente para sons monofônicos (sem acordes). O software Autoscore
faz isso (mas nós não o comercializamos). O software Cakewalk Pro Audio
possui uma função que converte o som da trilha de áudio em notas MIDI,
desde que os sons sejam monofônicos (uma nota de cada vez).
Possuo uma copiadora de CDs HP7200 externa, quando utilizo o Easy CD Creator, o programa trava no meio da gravação acusando uma mensagem de que o dispositivo de saída não é rápido suficiente para enviar os dados. Ocorre que o dispositivo de saída é um HD Maxtor de 6,4G rapidésimo. Alguém me disse que o problema está na porta paralela utilizada pela copiadora, e que a única solução é trocar a copiadora por uma interna que utiliza a porta IDE. É isso mesmo???
Não tenho certeza de que o problema seja da porta paralela, mas parece coerente. O meu gravador é o 7200i, que funciona pela IDE. Nunca tive problema de velocidade. Os problemas que tive foram quanto ao formato de escrita que, pelo que pude deduzir até agora, tem a ver com o software. A conclusão que cheguei foi que os discos gravados com o software Adaptec Easy CD Creator não podem ser copiados por extração. Já os discos gravados com o CD Architect (Sonic Foundry) funcionam otimamente (pelo menos até onde testei).
Com um ADAT de 20 bits e uma placa Alesis PC-R eu estaria melhor servido do que se estivesse usando apenas a placa Layla e gravando somente no computador?
Dizem que a gravação de audio em PC ainda é um pouco lenta e problemática. Me sugeriram utilizar um ADAT juntamente com esta placa PC-R e que desta forma eu estaria com 16 canais de gravação disponíveis: 8 na próprio ADAT e 8 no meu HD. Desta forma eu estaria com mais canais do que se estivessse utilizando apenas a Layla.
Existe alguma desvantagem no caso de optar pelo uso do ADAT com a placa PC-R? Com esta placa eu teria SMPTE?
O Alesis M20 é melhor do que o ADAT 20 bits? Poderia usá-lo com a placa PC-R?
A questão é muito relativa. Definir o que é melhor nesses casos fica muito difícil. O computador pode funcionar muito bem se vc possuir um bom dispositivo de áudio e a máquina estiver "redonda", sem dar problemas. Não existe porque a gravação ficar "lenta"; o que existe são computadores com algum tipo de problema, que o faz travar ou engasgar. Um computador sem conflitos de placas e softwares certamente vai funcionar bem (senão não haveria tantos dispositivos de áudio no mercado).
A questão é saber o que vc pretende fazer. Se o seu objetivo é edição, então o computador é a melhor alternativa, pois os sofwtares lhe darão todos os recursos que precisar. Se o objetivo é portabilidade (levar seu trabalho para outros estúdios), então o ADAT é a opção mais indicada, por ser praticamente um padrão.
Quanto à qualidade da gravação no computador, vai depender da placa que vc instalar. A Layla é uma das melhores que existem. A grande vantagem que eu vejo na gravação no computador, além da possibilidade de edição, é a versatilidade e a enorme quantidade de recursos adicionais que vc pode incluir.
Teoricamente, a qualidade de gravação do M20 é a mesma dos outros ADATs de 20 bits. A diferença está nos recursos de sincronização (o M20 pode, sozinho, sincronizar por SMPTE e MTC, e operar com MIDI Machine Control; os outros requerem uma interface extra), e recursos de controle. Além disso, o M20 pode receber uma placa opcional com entradas/saídas digitais AES/EBU.
Quais são as possibilidades de edição de um arquivo MP3 na versão 8 do Cakewalk?
Geralmente quando converto de .WAV para .MP3, eu uso a definição de 128 kbits (não sei o que significa ao certo esse padrão) em 44.100 Hz. Se eu alterar o valor de 128 kbits para 176 (o que eu encontrei nos arquivos .wav) eu manterei a qualidade original?
O Cakewalk Pro Audio 8 exporta áudio em WAV e RealAudio, mas não para MP3. Ele suporta arquivos MPEG de vídeo.
Na compatação de áudio em MP3, o valor 128 kbits indica a taxa de transferência de dados. Os formatos compactados foram criados sobretudo para viabilizar a transferência de áudio através de meios que não disponham "banda de passagem" (não confundir com "passagem da banda") suficiente para o áudio normal (faixa
de 20 Hz a 20 kHz; cuja banda teria, teoricamente, 176 kbps para 2 canais stereo - na verdade tem que ser um pouco mais). Um modem comum transfere dados a 28800, 36600 ou até 56k bps. Mas, por causa de ruídos e outros problemas, nem sempre as taxas podem ser mantidas constantes, e na média são inferiores a esses valores.
Portanto, o valor em kbps indica a banda necessária para transferir o material de áudio. Quanto maior a banda, melhor a qualidade (menor a compactação).
Não estou conseguindo configurar o ENCORE e meu teclado KORG X3, de modo a poder gravar no ENCORE em tempop real. O que devo fazer para, ao tocar no teclado, as notas já serem colocadas automaticamente na pauta sem que eu tenha que gravar em um disquete e depois trasferir para o computador.
Para gravar as notas no Encore diretamente do teclado MIDI você precisa ter o cabo/adaptador MIDI conectado à sua placa de som, e ligar o teclado à tomada MIDI In desse cabo.
O Encore deve ser configurado adequadamente para receber MIDI via MIDI In da Sound Blaster. Se a entrada MIDI In da Sound Blaster não aparece nas opções de porta em "MIDI Setup", então é porque há algum problema de instalação da placa no Windows.
Tenho uma placa Fiji que controlo um modulo de som Roland SC880. Adquiri agora uma Roland TD10, como faço para mandar a excução de bateria atravs do MIDI Thru do SC880 pois so tenho uma saida MIDI da placa.
Conecte na seguinte ordem:
Fiji MIDI Out -- SC-880 MIDI In -- SC-880 MIDI Thru -- TD10 MIDI In
TD10 MIDI Out -- Fiji MIDI In
Tenho um MD recorder Sony e gostaria de saber se tem um jeito de gravar dados no MD (programas de computador) e depois roda-los no computador como CD-ROM?
Seria necessário uma interface que pudesse transferir dados para o MD. Se o seu MD possui entrada/saída digitais (S/PDIF), você pode transferir áudio digital do computador para ele (e vice-versa), desde que sua placa de áudio também possua esse tipo de conexão (S/PDIF). Mas para transferir dados que não sejam áudio digital, você precisaria de algum outro dispositivo no computador, ou um software que "enganasse" a placa de áudio e o MD, passando os dados como se fossem áudio digital. Não tenho conhecimento de dispositivo que faça isso.
Estou precisando de um "adaptador MIDI" para guitarra, para gravar minhas musicas em MIDI. Qual vocês me recomendam?
Existem poucos dispositivos conversores MIDI para guitarra. No Brasil, há o Roland GR-30 e o Shadow SH-075.
O Roland GR-30 é um sistema contendo o captador hexafônico GK-2A e o módulo GR-30 propriamente dito. Este módulo, que tem as dimensões de uma pedaleira, além de fazer a conversão do som das cordas para notas MIDI, também é um sintetizador. Ou seja, você pode tocar os sons do próprio GR-30, ou comandar outros instrumentos MIDI (inclusive gravar MIDI num computador), pela saída MIDI Out do GR-30. Os preços são: GR-30 - R$ 1.440; GK-2A - R$ 188.
O Shadow SH-075 é apenas um conversor MIDI, sem sintetizador. Ele se compõe do captador hexafônico (instalado junto à ponte da guitarra), o painel de controle
(que é preso ao parafuso lateral da correia) e a caixa de distribuição (onde são conectados os cabos e a fonte de alimentação). O preço do conversor (mas sem a fonte) é R$ 550. O Shadow SH075 é recomendado para quem já possui algum sintetizador MIDI, pois ele não possui sons. É bem mais barato, e a resposta dele é muito rápida.
A instalação de ambos os sistemas é muito fácil, não sendo necessário furar o corpo da guitarra (o captador pode ser parafusado ou preso por uma fita adesiva).
Gostaria de obter mais informações sobre os disquetes de estilos brasileiros YSB1 ... YSB8 (preços, disponibilidades, etc) e em quais modelos de teclados da Yamaha estes disquetes podem ser usados.
O que, ou qual sistema, é melhor? O Cakewalk Pro Audio 7.0 ou o Roland VS-840. Recentemente adquiri os dois, mas, percebi que existem muitos pontos em comum e, talvez, até mesmo, um substitua o outro. Essa minha idéia procede? Se não, quais seriam as aplicações ou que tipo de atividade seria mais adequado a cada um?
Os softwares de gravação geralmente são bem mais poderosos em recursos de edição. No caso do Cakewalk Pro Audio, além de poder gravar áudio digitalmente (até 64 trilhas, dependendo do computador), ele pode também gravar e editar MIDI (até 256 trilhas). O VS-840 só grava áudio, e se você quiser trabalhar com MIDI também precisará sincronizá-lo com algum seqüenciador.
Outras grandes vantagens dos sistemas de gravação baseados em computador são a "modularidade" e a "expansibilidade", que permitem que você construa seu sistema em partes: pode começar com uma placa de áudio mais simples, e depois substituí-la por outra mais sofisticada. Dessa forma, além do investimento ser gradual, você pode alterar seu sistema de acordo com sua necessidade. Além disso, um sistema baseado em software pode ser expandido, com a adição de novos softwares (plug-ins) acessórios, assim como com a atualização (upgrade) constante do próprio software principal.
Os sistemas "físicos", como o VS840, têm a vantagem da portabilidade, sendo indicados para gravações ao vivo, por exemplo. Dependendo do caso, podem ser mais baratos.
Um fator que tem feito algumas pessoas escolherem sistemas "físicos", e não computadores, para a gravação de áudio é uma eventual menor "confiabilidade" que os softwares possam ter em relação aos gravadores "stand-alone". Os usuários de
Windows sofrem sistematicamente com falhas do sistema, e muitas vezes de placas. Nesse aspecto, a minha opinião é a seguinte: se o computador vai ser usado profissionalmente para música, então instale somente o estritamente necessário; use softwares originais, pois isso lhe dará garantia de que os mesmos estão intactos (sabe lá como foi copiado aquele CD-ROM pirata?); jamais instale jogos e outros softwares emprestados por amigos ou apanhados na Internet; use outro computador para "testar" softwares desconhecidos; desabilite o "screen saver" e todas as outras aplicações que rodem em "background" (inclusive anti-vírus; rode o anti-vírus todo dia, manualmente); isso reduzirá bastante a possibilidade de interferência de outros softwares na aplicação de áudio.
Em resumo, eu acho que o uso de sistemas de gravação no computador é a tendência para o futuro, tendo em vista as várias vantagens que traz.
Estou com problemas na limpesa do audio do Cakewalk 7. Posso simplesmente limpar todo o audio que esta no quadro "Clean audio disk"? Quando retiro uma sequencia MIDI ela automaticamente retira o audio?
Os arquivos listados pelo Cakewalk na janela "Clean Audio Disk" são os que ele detectou que não pertencem a nenhuma música (são arquivos "órfãos"). Portanto, esses arquivos podem ser eliminados.
Não sei bem o que você quer dizer com "retirar". Se você apaga um arquivo WRK, e esse arquivo era uma música do Cakewalk que também continha trilhas de áudio, o material das trilhas de áudio vai ficar "órfão" no disco. Para isso é que existe a função "Clean Audio Disk".
Para salvar definitivamente o material de áudio e de MIDI de uma música num ÚNICO arquivo, use a opção "Save As", escolhendo o tipo de arquivo "Bundle" (BUN).
Tenho uma placa de som FIJI, mas não consigo ouvir arquivos MIDI nela. Gostaria de saber se é algum driver que não foi instalado ou alguma opção que tenha que ativar para funcionar o midi. Todos os drivers da placa FIJI foram instalados.
A Fiji pode executar arquivos MIDI das seguintes formas:
Para isso é preciso o cabo/adaptador, que é acoplado à porta de joystick da placa; esse cabo possui uma saída MIDI Out que deve ser conectada à entrada MIDI In do sintetizador; a entrada MIDI In do cabo/adaptador deve ser acoplada à saída MIDI Out do sintetizador externo (para que se possa gravar no computador a execução MIDI do mesmo). Nesse caso, o som do sintetizador sairá do próprio sintetizador (e não pela Fiji).
A Fiji pode receber uma plaqueta sintetizadora ("daughterboard") opcional, que é acoplada ao conector apropriado na placa. Existem algumas plaquetas desse tipo:
Yamaha DB50XG, WaveBlaster, etc. Nesse caso, a música MIDI será executada por esse sintetizador, e o som dele sairá pela mesma saída de áudio da Fiji.
A placa Gina (Event) possui 2 entradas e 8 saidas. Posso facilmente endereçar os diversos canais que eu tenho de audio para as 8 saidas, quando estou em "playback". Mas quando estou gravando, eu sempre ouço o audio pelas saidas 1 ou 2, dependendo do canal selecionado como entrada (eu uso o Cakewalk 7). É possivel corrigir isso? Posso, por exemplo, selecionar a entrada "Gina - Left" e ouvir o sinal pela saida 3-4?
Faça o seguinte:
Abra o mixer do Windows, e entre em "Opções", e escolha "Outros". Selecione os pares de saídas que você deseja usar para monitoração (o default é apenas o par 1-2).
Esse procedimento está documentado a partir da página 16 do manual da Gina.
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